Novo Media Player do Windows 11 Usa 3,5x Mais RAM e Cobra por Codecs de Vídeo Populares
Alternativas ao Windows Media Player
- Muitos comentaristas dizem que nunca usam o media player do Windows, preferindo VLC, mpv, MPC-HC/BE, PotPlayer, SMPlayer e wrappers específicos de plataforma (por exemplo, IINA no macOS, frontends baseados em mpv).
- MPC-HC/BE são elogiados por uma interface “clássica” e leve, além de bom suporte a codecs/HDR; o VLC é visto como o padrão mainstream, apesar de algumas reclamações sobre UX e uso de memória.
- Pacotes antigos de codecs como K-Lite/CCCP são lembrados com carinho; hoje, codecs incluídos nos players (via ffmpeg/libav) em grande parte substituem essa necessidade.
Licenciamento de Codecs e HEVC/AC‑3
- HEVC e alguns formatos Dolby há muito exigem complementos pagos no Windows; isso não é novidade.
- Alguns argumentam que a Microsoft deveria simplesmente pagar os custos de licenciamento (como a Apple supostamente faz), já que o Windows não é software livre.
- Outros apontam que patentes se aplicam até mesmo a codecs de código aberto; fornecedores ainda devem royalties, e algumas distribuições Linux evitam incluir codecs patenteados por padrão.
- AV1 é citado como uma alternativa sem royalties, mas há preocupação com desafios legais que ameacem esse статус.
Uso de Memória e Bloat
- O novo Media Player supostamente usa cerca de 3,5x a RAM do player legado enquanto está ocioso.
- Um grupo vê isso como parte de um padrão maior de bloat no Windows: muitos processos, alto uso basal de RAM e pressão sobre sistemas com 8 GB à medida que os preços de RAM sobem.
- Outro grupo argumenta que algumas centenas de MB para um media player são irrelevantes em comparação com cargas de trabalho modernas (navegadores, IDEs) e que o impacto para o usuário é mínimo.
Detalhes de Implementação: Nativo vs Web
- Há confusão sobre a stack tecnológica; vários comentários esclarecem que o Media Player atual é C# com UWP/WinUI XAML, não HTML/JS, e é uma continuação rebatizada da linhagem Groove Music/Zune.
- Alguns ainda criticam a Microsoft por não mostrar apps nativas do Windows leves e de alta qualidade e pela troca frequente de frameworks (WinForms/WPF/UWP/WinUI).
Visões Mais Amplas sobre o Windows
- Vários posts enquadram isso como mais um exemplo de “enshittification”: apps pesados em recursos, codecs atrás de paywall e negligência percebida da experiência do usuário.
- Outros defendem a dominância do Windows por causa da compatibilidade com versões anteriores, da disponibilidade de software profissional e do ecossistema de suporte, enquanto o Linux é elogiado, mas visto como frágil para desktops.