Mais de 2% da geração de eletricidade dos EUA agora vai para o Bitcoin

O uso crescente de eletricidade nos EUA pelo Bitcoin — estimado em até cerca de 2% da geração nacional — provoca forte discordância sobre se a mineração proof-of-work é um desperdício intolerável de energia ou uma carga de mercado legítima, até benéfica. Os críticos enfatizam o impacto climático, a ineficiência e o volume mínimo de transações no mundo real em comparação com as finanças tradicionais, enquanto os defensores argumentam que a mineração pode estabilizar redes elétricas, monetizar energia ociosa ou excedente e apoiar um sistema monetário resistente à censura. Muitos participantes sugerem que, se há um problema central de política, ele está no carbono subprecificado e na fraca regulação energética, e não apenas no Bitcoin, com alguns apontando os sistemas proof-of-stake como uma alternativa muito menos intensiva em energia.

Medição e escala do uso de energia

  • Estimativa da EIA citada: a mineração de bitcoin provavelmente usa 0,6–2,3% da eletricidade dos EUA; a manchete do Ars “mais de 2%” é criticada por se basear em capacidade “se operando a pleno” em vez do uso observado.
  • Vários observam que os mineradores muitas vezes reduzem a atividade ou desligam quando os preços sobem ou a rede está sob estresse; o ciclo de trabalho real é अस्प?