Has_not_been_viewed_much
Âmbito da flag “has_not_been_viewed_much”
- A consulta da API mostra ~113 mil obras rotuladas como raramente vistas; a contagem cai visivelmente à medida que as pessoas usam o site.
- A flag parece significar “menos de ~200 visualizações desde 2010”, mas os detalhes de implementação não estão claros.
- Não está claro se visualizações por sites de terceiros contam e se bots/crawlers são excluídos.
Impacto do site na métrica
- Alguns se preocupam que o site “estrague” a métrica ao empurrar obras de baixa visualização acima do limite, acabando por esvaziar o conjunto.
- Outros argumentam que visualizações humanas reais não são “inflação” e que chamar atenção é justamente o objetivo.
- Há a preocupação de que, se a data de corte e o limiar forem hard-coded, a lista possa eventualmente não retornar nada.
Problemas técnicos e de UX
- Usuários relatam imagens com “failed to load” enquanto as chamadas da API funcionam, provavelmente devido ao comportamento anti-bot/Turnstile da Cloudflare, especialmente com VPNs.
- Queixas sobre não conseguir expandir imagens para tamanho total e sobre perder a obra atualmente exibida ao navegar para longe e voltar.
- Curiosidade sobre o design do backend: cron job vs triggers vs joins pesados usados para derivar a flag.
- Discussão sobre como as visualizações são rastreadas (client-side vs server-side, app vs web) e por que crawlers agressivos não aumentaram os contadores.
Nomeação booleana e design de API
- Debate sobre a nomenclatura: alguns preferem uma flag positiva como
has_been_viewed_much; outros gostam do negativo explícito como a propriedade “interessante”. - Alternativas como
rarely_viewede a ideia de expor um contador numérico de visualizações com filtros por faixa são sugeridas. - Aviso geral de que nomes booleanos negativos tendem a causar duplas negações confusas no código.
Respostas culturais e analogias
- Muitos acham o site viciante, como uma máquina caça-níqueis de arte obscura, e compartilham descobertas favoritas.
- Forte apreciação por esboços, estudos e obras pouco amadas; comparação com artigos da Wikipedia menos vistos e músicas/vídeos com zero plays (Spotify, YouTube).
- Paralelo traçado com bibliotecas decidindo quais livros “não amados” descartar: tensão entre curadoria eficiente e resgatar obras esquecidas.
- Algum ceticismo sobre se o mundo precisa de mais atenção para conteúdo de cauda longa, em contraste com o apelo romântico de ressuscitá-lo.