A FDA diz que os PFAS, os “químicos eternos”, serão oficialmente removidos das embalagens de alimentos
Pipoca e alternativas de embalagem
- Muitos comentários focam nos sacos de pipoca de micro-ondas como um caso de uso proeminente de PFAS.
- Vários usuários dizem que passaram a comprar grãos a granel, usando:
- Tigelas próprias para micro-ondas com tampa, sacos de papel marrom para lanche com óleo/sal, ou panelas no fogão com vários óleos e temperos.
- As máquinas de pipoca por ar são elogiadas, embora alguns se preocupem com o contato de plástico e Teflon/PTFE em altas temperaturas; outros argumentam que os termostatos mantêm as temperaturas seguras nesses aparelhos.
- Alguns insistem que fazer pipoca no fogão é fácil e tem melhor sabor; outros acham os sacos industrializados mais convenientes ou melhor temperados.
- Acampar e fazer pipoca com crianças são citados como alternativas divertidas e de baixa tecnologia.
“Químicos eternos” vs. substitutos
- Há forte aprovação de que os PFAS estejam sendo removidos, mas preocupação de que sejam trocados por substitutos menos testados e potencialmente nocivos (em comparação com a história BPA → BPS, gorduras trans).
- Debate sobre abordagens regulatórias:
- Os EUA são caracterizados como “lista negra” (permitir até que se prove que é prejudicial).
- A UE é descrita como mais “lista branca” para alguns usos alimentares e químicos, embora os PFAS ainda tenham entrado nos mercados da UE quando considerados inertes.
- Alguns observam o uso em larga escala já existente de revestimentos do tipo cera/pergaminho; outros apontam que isso ainda são “químicos”.
Regulação, FDA e debate na Suprema Corte
- Alguns temem que esforços para conter o poder das agências (por exemplo, limitar a deferência Chevron, ver as agências como um “quarto poder”) dificultem ações como proibições de PFAS.
- Outros argumentam que agências não eleitas não deveriam, na prática, fazer leis; quem deveria é o Congresso.
- Contra-argumentos ressaltam:
- O Congresso não tem tempo nem expertise para regular cada químico.
- As agências são autorizadas por estatutos do Congresso e são necessárias para um Estado moderno funcional.
- Tentativas de desmontar ou enfraquecer as agências são vistas como impulsionadas pela indústria e provavelmente irão reduzir a segurança pública.
Outras fontes de exposição e preocupações com a saúde
- PFAS ou questões semelhantes são mencionados em fio dental, revestimentos de panelas e, possivelmente, lubrificantes de fabricação.
- Recibos térmicos são apontados como sendo principalmente bisfenóis, não PFAS, mas ainda assim desreguladores endócrinos nocivos.
- Material da EPA é citado listando múltiplos efeitos graves à saúde decorrentes da exposição a PFAS.
- Um estudo é compartilhado sugerindo que doação regular de sangue pode reduzir os níveis de PFAS; medidas de estilo de vida (dieta, exercício) são sugeridas para apoiar a resistência.
Frustrações mais amplas e questões em aberto
- Usuários perguntam como os PFAS chegaram a tantos produtos e por que a regulação levou décadas.
- Há ceticismo de que a ação da FDA seja suficiente, com pedidos para tratar de outros químicos problemáticos (por exemplo, ftalatos).
- Duas grandes preocupações ainda sem resposta:
- Quais químicos não testados vão substituir os PFAS?
- Como lidar com os PFAS legados já acumulados nas pessoas e no meio ambiente?