Proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo é inconstitucional, decide o Tribunal Superior de Sapporo

Natureza jurídica do casamento no Japão

  • O casamento civil é um status puramente civil, administrado pelos municípios.
  • Cerimônias religiosas existem, mas não têm efeito legal; são পৃথrentes do sistema estatal.
  • Detalhes sobre por que vários tribunais japoneses podem decidir independentemente sobre a mesma questão, e qual é exatamente o caminho até uma decisão da Suprema Corte, são pouco claros a partir da thread.

História e posse de “casamento”

  • Uma linha de argumentação afirma que, em alguns países europeus, o Estado “assumiu” o casamento das igrejas, transformando uma instituição religiosa em um contrato civil, efetivamente “roubando” o termo.
  • Outros discordam fortemente dessa interpretação:
    • O casamento precede por muito tempo o cristianismo e as igrejas ორგანიზadas (por exemplo, Grécia antiga, Roma e os celtas são citados como exemplos de instituições civis ou sociais).
    • Muitas culturas e religiões tinham seus próprios sistemas de casamento; nenhuma igreja isolada pode afirmar ter “inventado” o casamento.
    • Palavras e conceitos como “casamento” são vistos como culturais, não como propriedade de qualquer instituição.
  • Alguns enfatizam que o casamento civil e o religioso agora muitas vezes coexistem: a mesma palavra, domínios diferentes.

Direitos ligados ao casamento vs. alternativas

  • Exemplo dado: um parceiro estrangeiro do mesmo sexo no Japão enfrenta caminhos mais difíceis para vistos e residência permanente do que um cônjuge de sexo diferente enfrentaria.
  • Uma visão: esses são fundamentalmente मुद्दوس de imigração, e talvez a lei de imigração devesse ser alterada em vez do próprio casamento.
  • Contra-argumentos:
    • O casamento reúne automaticamente muitos direitos: acesso ao hospital e decisões médicas, herança, direitos parentais, benefícios fiscais e de imigração.
    • Embora alguns direitos possam ser aproximados por contratos (procuração, testamentos, tutela), isso é trabalhoso, incompleto, muitas vezes não respeitado na prática e inerentemente desigual.
    • Negar o casamento, permitindo apenas soluções improvisadas, é visto como tratamento de segunda classe.

Imigração japonesa e vistos de cônjuge

  • O status de cônjuge para estrangeiros casados com cidadãos japoneses permite amplos direitos de trabalho, originalmente justificado como apoio a familiares japoneses dependentes (especialmente esposas).
  • O rótulo japonês enfatiza “dependente de um nacional japonês”, enquanto o inglês diz “spouse” (“cônjuge”), criando uma peculiaridade conceitual.
  • Alguns sugerem vincular benefícios à parentalidade em vez do casamento, mas outros argumentam que isso enfraqueceria o apoio a cônjuges que não trabalham e deixaria de atender aos objetivos de política pública.

Direções de política e justiça

  • As sugestões vão desde:
    • Legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo para igualar o acesso ao pacote existente de direitos.
    • Renomear tudo para uniões civis neutras em termos de gênero, com direitos idênticos para todos os casais.
    • Ou, de forma mais radical, remover o casamento legal como categoria e desagregar os benefícios a ele associados.
  • Muitos comentaristas veem a abertura do casamento a casais do mesmo sexo como o caminho mais simples e prático.

Contexto e reações

  • Taiwan é mencionada como um exemplo regional em que os tribunais ajudaram a impulsionar a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
  • Alguns expressam desapontamento com o fato de o Japão ser tecnologicamente avançado, mas socialmente conservador em relação aos direitos LGBTQ+, e observam atitudes homofóbicas em comentários públicos.
  • Observações práticas incluem menção a benefícios fiscais japoneses para cônjuges (impostos mais baixos quando um cônjuge com baixa renda é declarado como dependente) e um comentário bem-humorado sobre a coincidência de “Sapporo” soar como “Sapphic”.