Os Estados Unidos têm seu primeiro grande parque eólico offshore, com mais por vir
Por que eólica offshore e por que agora
- A offshore é buscada apesar dos altos custos porque pode:
- Atender áreas costeiras densas (por exemplo, Long Island/NYC), onde grandes locais em terra são escassos.
- Fornecer energia no fim da tarde/no inverno, complementando a solar diurna.
- A offshore tem ventos mais fortes e consistentes, turbinas maiores e, potencialmente, fatores de capacidade mais altos.
- A conexão à rede pode ser mais fácil no mar do que encontrar/obter licenças para transmissão em terra em áreas povoadas.
- Long Island é citada como efetivamente “sem terra” para grandes novas usinas, mas em necessidade urgente de capacidade.
Economia e debates sobre custos
- Consenso: a offshore é mais cara do que a eólica em terra e a solar em escala de utilidade, mas muitas vezes ainda mais barata do que combustíveis fósseis e nuclear.
- Alguns afirmam que as turbinas marítimas mais recentes já não precisam de subsídios; outros enfatizam lucros baixos e forte dependência de apoio de políticas públicas.
- Um cálculo de verso de envelope para um projeto sugere cerca de $175/MWh antes da manutenção, com custos operacionais altos em relação ao gás.
- Há discordância sobre se a offshore pode ser mais barata do que a solar em terra; a resposta é apresentada como altamente dependente do local e da rede.
- Críticos observam que os custos de backup e armazenamento para vento intermitente nem sempre são incluídos.
Política, logística e o Jones Act
- O Jones Act exige embarcações construídas e tripuladas nos EUA, complicando o uso de navios de instalação estrangeiros especializados.
- Isso força rotas mais longas (até mesmo via portos canadenses) e custos logísticos mais altos.
- Alguns argumentam que a lei preserva a capacidade de construção naval e a segurança nacional; outros dizem que ela בעיקר infla custos de transporte e infraestrutura.
- A construção offshore se beneficia do transporte marítimo de pás muito grandes, que são difíceis de mover por terra.
NIMBY, estética e opinião pública
- A offshore é, em parte, uma solução para a resistência NIMBY em terra por causa de ruído, vistas e medos relacionados à saúde.
- Exemplos dos Países Baixos e do Reino Unido: limitações de espaço e oposição empurram a expansão para a offshore, mais cara.
- Debate sobre se as pessoas realmente não gostam de turbinas ou se são influenciadas por atitudes em relação à própria energia eólica.
- Sugestões incluem compartilhar benefícios financeiros com moradores próximos ou cooperativas comunitárias; outros insistem que as pessoas têm o direito de se opor sem arcar com custos sem compensação.
- As opiniões divergem: alguns acham turbinas offshore e até plataformas de petróleo “legais” ou icônicas; outros as veem como uma agressão à paisagem de praia.
Considerações ambientais e técnicas
- São mencionadas afirmações de que grandes parques offshore podem enfraquecer furacões (em até uma categoria), com pedidos de mais evidências.
- Surgem preocupações sobre corrosão e manutenção de longo prazo no mar; a avaliação é descrita como “ainda nova”.
- Os impactos na pesca são apresentados como mistos: preocupações com baleias vs. possíveis ganhos em áreas de desova de lagostas.
Contexto internacional e sistêmico
- Comentadores enfatizam que este é o primeiro grande parque offshore; os EUA já são um dos principais produtores de energia eólica em terra em produção total, embora a eólica represente apenas cerca de 10% da eletricidade dos EUA.
- Comparações com Alemanha, Áustria, Nova Zelândia e províncias canadenses destacam:
- Diferentes combinações de hidrelétrica, eólica e solar.
- Como a solar barata e as mudanças no clima/padrões hidrológicos estão alterando a economia.
- Tema mais amplo: o progresso é limitado menos pela tecnologia do que pela política, planejamento, licenciamento de transmissão e tolerância pública a trocas e compromissos.